Archive for 21/01/2010


 

 

 

 

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  1. Afaste-se de pessoas e fatos negativos.
  2. Valorize suas idéias e intuição. Acredite em você.
  3. Não reclame, não fale mal dos outros.
  4. Cultive o bom humor, o sorriso e a alegria.
  5. Ouça atentamente. Dê atenção às pessoas.
  6. Ajude os outros. Coopere. Participe. É melhor ajudar, que ser ajudado.
  7. Comprometa-se. Faça mais do que esperam de você.
  8. Tudo que for fazer, faça bem feito. Um serviço bem feito vale por dez.
  9. Sirva-te de lição teus erros.
  10. Ame-se a si mesmo. E lembre-se: o amanhã é feito de hoje.

Osmar Gomes

                                                                                    

Infelizmente alguns ainda participam do dízimo, motivados por segundas intenções, tais como, levar algum tipo de vantagem, obter um atendimento especial, por superstição, etc. Dízimo vivido desta forma não tem sentido. É apenas mais um gesto egoísta, que ao invés de fazer crescer, escraviza ainda mais.

Dízimo é partilha, é um gesto de amor, é gratuidade. Faço sem querer nada em troca. É algo que faço porque amo a Deus e acredito em minha comunidade, na construção de um mundo melhor e de uma sociedade mais justa e fraterna. Compreendido assim dízimo é libertação. Proporciona imensa alegria e uma inigualável sensação de liberdade.

 

 

Vanda Célia

MEAC – Taubaté/SP

 

       Havia um homem que vivia sempre sereno e atraía a atenção de todos que paravam para conversar com ele. As pessoas sempre ficavam curiosas para saber qual era o motivo de sua constante alegria e bondade. Um dia, um homem o procurou e lhe falou:

                – Você sempre está alegre. Será que nunca fica preocupado com alguma coisa? Não se preocupa com o seu futuro? Será que nunca pensa nos pecados dos quais Deus vai lhe pedir conta? Afinal, nesta vida, todos somos pecadores!

                O bondoso homem respondeu:

                – O senhor tem toda a razão em dizer que a gente deve prestar contas do mal que faz. Eu, por mim, penso e ajo assim: imagino que estamos presos a Deus com uma corda.

                – Como assim? – perguntou o senhor

                – Quando a gente peca,  a corda se rompe. Mas quando a gente se arrepende e pede perdão, o que Deus faz? Ele pega as duas pontas da corda e faz um nó para reatá-la. Desse jeito a corda fica mais curta e a gente fica mais perto de Deus. Os anos passam e a gente, apesar do esforço, continua falhando, mas Deus vai fazendo mais nós na corda e a gente acaba chegando cada vez mais perto dEle, a partir do nosso arrependimento. E cada vez nos tornamos melhores e mais santos, embora sempre pecadores… Então, por que devo me preocupar ou me entristecer?

                O senhor ficou muito admirado com a sabedoria do homem e entendeu a situação daqueles que, embora pecadores, conhecem e amam a Deus.