Deus  criou o ser humano para ser feliz. E isso hoje virou quase obsessão. São inúmeras as clínicas, igrejas, programas de Tv, livros que tratam desse assunto e procuram “vender felicidades”. E certamente Deus nos criou para sermos felizes. Jesus nos conduz neste caminho, mas quer nos livrar de ilusões: o caminho que leva a felicidade é estreito, nos alerta. Existe uma felicidade ilusória, porta larga e uma verdadeira, a porta estreita.

       

A felicidade ilusória é construída na areia movediça: do dinheiro, do poder, do prazer, da glória, da fama… E uma vida baseada nesses valores  nos torna  orgulhosos, egoístas, prepotentes, auto-suficientes. E  seguir Jesus no seu caminho de amor, da doação, do voluntariado, da entrega do dom da vida parece não ter sentido.

                 A verdadeira felicidade é construída sobre terreno firme da justiça do ensinamento de Jesus Cristo, dos apóstolos e dos profetas.

          Ela forma uma comunidade universal, à qual terão acesso todos os povos da terra, sem exceção. Todos são chamados a testemunhar a Boa Nova de Deus e serão convidados para o serviço de Deus, sem qualquer discriminação. Esses encontram a felicidade no  seguimento de Jesus no seu caminho de amor, de entrega do dom da vida doada, partilhada…

       A felicidade verdadeira é encontrada e vivida pelos cristãos que enfrentam com coragem os sofrimentos e provações, vêem neles sinais do amor de Deus que, que  forma, educa, corrige, mostra o  sentido de certas opções e nos prepara para sentar “à mesa no Reino de Deus”.

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